Questionário


No inicio das aulas, a pedido da docente respondi ao questionário "Escala Veiga Branco das capacidades da Inteligência Emocional".

​

As respostas a este questionário refletem como reagiria a cada situação de 1 a 4, na escala de Likert de 4 pontos os valores podem assumir: 1 Raramente, 2 Pouco frequente, 3 Frequente, 4 Muito frequente.

​

A primeira coluna foi respondida no dia 24/02/2024;

A segunda coluna foi respondida no dia 31/05/2024;

REFLEXÃO SOBRE AS RESPOSTAS DADAS:


Na primeira aplicação, em fevereiro, as minhas respostas sugerem que tinha mais dificuldade em lidar com emoções negativas intensas, como deixá-las dominar os meus pensamentos e comportamentos. Indiquei ainda ser mais facilmente invadida por sentimentos desagradáveis e ter dificuldade em  afastar-me deles. Também mencionei ter tendências como ruminar ou perder a capacidade de concentração quando estou emocionalmente agitada.

No entanto, na segunda aplicação em maio, as respostas dadas mostram uma melhora significativa nestas áreas. Relatei mais consciência dos meus sentimentos e maior capacidade de me distanciar deles quando é necessário. Sinto-me mais capaz de tomar decisões mais ponderadas e não ser totalmente consumida por emoções negativas. As minhas estratégias incluem  envolver-me  em atividades físicas e evitar remoer pensamentos intrusivos.

Outra mudança notável é um aumento na flexibilidade e aceitação. Em maio, indiquei no questionário uma maior disposição para encarar novos desafios, adaptar-me a situações e aceitar que falhas fazem parte do processo, articulando também esta evolução como meu plano individual de ação.

Um aspeto bastante importante a destacar é como as minhas respostas em maio refletem um senso maior de autoconfiança e aceitação de mim mesma.  Em fevereiro,  sentia-me mais crítica consigo mesma e preocupada com a opinião externa, indicando no questionário que me sentia incapaz quando invadida por emoções negativas e temia desiludir as expectativas dos outros.

Já em maio, as minhas respostas demonstram uma atitude mais compreensiva e compassiva comigo mesma. Admito sentir emoções difíceis, mas não deixo que as mesmas tomem completamente o controlo. Consigo agora distanciar-me, respirar fundo e seguir em frente de maneira mais racional. Esta abordagem construtiva sugere um progresso na minha autoestima e autoaceitação.

Além disso, percebe-se uma mudança na forma como lido com relacionamentos. Inicialmente, parecia haver uma necessidade de sentir o que os outros sentem,  adotando as suas perspectivas emocionais. Mas na última aplicação, já demonstro mais confiança em manter-me fiel aos meus próprios sentimentos, independentemente da opinião alheia.

Esta capacidade aprimorada de estabelecer fronteiras saudáveis enquanto ainda  me mantenho empática sugere um crescimento importante na minha inteligência emocional. Parece que encontrei um equilíbrio melhor entre a consideração pelos outros e a preservação do meu próprio bem-estar.

No geral, um fio condutor visível é o progresso em aceitar e gerir as minhas emoções de forma mais controlada, em vez de ser condicionada pelas mesmas. Demonstro ainda uma maior autorregulação, perspetiva equilibrada e compaixão por mim mesma marcos valiosos no caminho do meu desenvolvimento emocional.



Crie o seu site grátis! Este site foi criado com a Webnode. Crie o seu gratuitamente agora! Comece agora